Visitamos o Dr. Lair Ribeiro – Curas Proibidas

Olá pessoal tudo bem?

Eu sou o Alan Duarte fundador do BLOG | Saúde com Ozônio e hoje quero deixar um recado rapidinho para vocês.

Este final de semana pude viver uma experiência incrível, participei de uma das aulas do curso de pós graduação de um dos maiores médicos deste país o Dr. Lair Ribeiro – Cirurgião Cardiologista.

Neste curso os médicos estão tendo acesso a informações de extrema importancia para o avanço da medicina.

Os mais de 300 médicos participantes do curso de pós graduação do Dr. Lair Ribeiro estão tendo acesso a uma medicina que realmente funciona e vai transformar a saúde do nosso país.

Gostaria de agradecer toda equipe do Dr. Lair Ribeiro que nos receberam muito bem, em especial a Elis e a Solange, gostaria de agradecer também a presença dos Doutores José de Castro Coimbra e Ricardo Brunetti.

Com autorização dos organizadores do curso de Pós Gradução vou disponibilizar os contatos para os interessados em realizar o curso que é voltado para médicos e dentistas.

Se você quer realmente fazer a diferença eu sugiro que procure saber mais, e assim levar mais beneficios aos seus pacientes.

Gostaria também de chamar a atenção de todos para um documentário produzido pela JOLIVI em parceria com o doutor Lair Ribeiro que se chama “CURAS PROIBIDAS”, o site para acessar o material e ter acesso aos vídeos é www.curasproibidas.com.br

Eu sugiro que você assista pois irá ter acesso a informação de grande valor e que poderá mudar e melhorar nossa saúde, deixarei o “trailer” do vídeo aqui abaixo para que possa assistir, mais reafirmo que navegue até o site e assista a série completa de 04 vídeos.

Por hoje era isso, eu agradeço você que assistiu ao meu vídeo e leu o artigo até aqui, me comprometo a continuar buscando a cada dia mais informações relevantes que podem ajudar a ter uma melhor qualidade de vida.

A Ozonioterapia no tratamento contra a HEPATITE C

Após um século de estudos, testes e aplicações de sucesso em diversos setores da saúde de dezenas de países, a Ozonioterapia nunca ocupou um espaço tão amplo no combate de diversos tipos de patologias.

Entre as suas diversas aplicações, o Ozônio Medicinal também se destaca pela capacidade de inativar invasores como bactérias, protozoários, fungos e até vírus.

Esta característica representa uma nova esperança aos pacientes que ainda dependem do tratamento de Hepatite C tradicional, que é altamente tóxico, caro e suscetível à intermináveis filas no sistema público de saúde.

Entenda como ocorre a doença

Considerada a pior e também a mais comum entre as hepatites, a Hepatite C é uma doença silenciosa provocada pelo Vírus C. A patologia provoca uma inflamação no fígado, que muitas vezes é descoberta somente em estágio avançado, por não apresentar sintomas claros.

Muitos pacientes a descobrem somente durante exames de rotina ou até doações de sangue. Quem não mantém este tipo de hábito pode se dar conta do problema somente após décadas, quando uma doença séria do fígado surgir.

A sua transmissão não ocorre por contato físico e o contágio sexual não foi comprovado, portanto é mais comum que adquiram o vírus pessoas que trabalhem na área da saúde, em eventuais acidentes com materiais contaminados, ou usuários de drogas injetáveis.

Como é o atual tratamento de Hepatite C?

No Brasil, portadores da doença recorrem ao SUS, que além de fornecer o diagnóstico, também atua na distribuição gratuita de medicamentos antivirais.

A combinação destes remédios exige um monitoramento constante do médico responsável, pois alguns efeitos colaterais graves podem exigir que o tratamento seja interrompido. São alguns exemplos da toxicidade deste tipo de medicação:

  • Fadiga constante;
  • Dores de cabeça;
  • Febre;
  • Perda de apetite;
  • Dor muscular;
  • Depressão.

O transplante de fígado é uma opção para as pessoas que descobriram a doença tardiamente e já apresentam o órgão severamente afetado, porém o procedimento não traz cura para a doença.

Por que optar pela Ozonioterapia para o tratamento de hepatite C?

Considerado o melhor virucida que existe, o Ozônio Medicinal é capaz de aumentar a oxigenação dos tecidos e, por consequência, melhorar as atividades metabólicas do corpo.

Esta característica permite uma ação altamente eficiente contra a presença de vírus, pois faz com que o próprio corpo reaja e crie anticorpos para combater esses invasores. Desta forma, o tratamento de Hepatite C já é uma realidade promissora na Ozonioterapia.

O método representa uma opção barata, eficiente, sem efeitos colaterais e com pouquíssimas contraindicações para evitar o agravamento da doença e o aparecimento de suas complicações.

Para se ter uma ideia, o Egito já recomenda a terapia com ozônio contra a hepatite, que em seu território manifesta-se através de um vírus resistente às drogas normalmente utilizadas nos tratamentos convencionais.

Com controle da carga viral em até 70% dos casos, o país foi capaz de diminuir a incidência de efeitos colaterais em seus pacientes, reduzir a saturação do seu sistema de saúde e economizar um enorme volume de recursos.

Saiba ainda mais sobre os benefícios do ozônio para o combate da hepatite!

Só no Brasil, mais de 3 milhões de pessoas sofrem com a doença e enfrentam filas no Sistema Único de Saúde para garantir os antivirais com acompanhamento médico.

Imagine quanto tempo seria poupado, quantos pacientes poderiam ser curados e o dinheiro economizado caso a Ozonioterapia já fosse amplamente difundida no tratamento de Hepatite C!

Confira o vídeo em que o Dr. Coimbra fala mais sobre o assunto e continue acompanhando o nosso blog.

Ozonioterapia e a Impotência Sexual

A impotência sexual possui diversas causas. Nos jovens, as disfunções eréteis mais comuns são decorrentes de problemas psicológicos associados aos tempos modernos. Para as pessoas com mais idade, a questão é mais delicada! Quando não estão relacionadas a fatores naturais, as dificuldades de ereção podem surgir de condições mais graves, como problemas circulatórios, em especial diabetes.

A mudança de hábitos recomendada aos pacientes não é o bastante para solucionar o problema de forma imediata e os medicamentos geralmente indicados podem provocar uma série de efeitos colaterais.

Você deve estar se perguntando o que fazer nesse caso?

A Ozonioterapia é um método seguro e muito eficiente contra dezenas de doenças e pode ajudar! Sua capacidade de melhorar a circulação sanguínea é um dos elementos que tornam o tratamento um dos melhores aliados contra a impotência sexual.

Como a circulação pode afetar as ereções?

Os principais problemas circulatórios podem obstruir as artérias de pequeno calibre no organismo. A ocorrência de uma ereção depende que uma grande quantidade de sangue chegue ao pênis. Como as artérias penianas são de pequeno calibre, a ereção não ocorrerá por conta das obstruções, pois o sangue não conseguirá circular.

Uma série de patologias circulatórias podem ter como sintoma os problemas eréteis, mas a causa mais recorrente e de que os pacientes mais se queixam é a diabetes!

Conheça a ação do Ozônio Medicinal contra a impotência sexual!

Além das suas propriedades anti-inflamatórias, regeneradoras e anti-infecciosas, o ozônio também é um poderoso vasodilatador e antioxidante.

Graças a este grande poder de estimular a circulação sanguínea, a Ozonioterapia é indicada para o combate da impotência sexual causada pela diabetes e demais problemas de circulação.

Vale lembrar que as disfunções eréteis são irreversíveis quando chegam em estágios muito avançados. Por isso, é importante procurar tratamento o quanto antes.

Para prevenir o problema, é indicado o uso do Ozônio Medicinal. Com ele, o paciente diabético combate a impotência antes mesmo dos primeiros indícios!

Onde a Ozonioterapia é utilizada e como ter acesso ao tratamento?

A Ozonioterapia é amplamente conhecida em países como Alemanha, Itália, Ucrânia, Espanha, Cuba, Rússia, Áustria, Austrália e muitos outros. No Brasil, ainda são poucos os hospitais e clínicas que oferecem a terapia.

O Projeto de Lei Federal nº 227/2017 prevê a autorização dos tratamentos com Ozônio Medicinal em todo o território nacional e foi aprovado no Senado Federal em setembro de 2017. Agora a PL aguarda avaliação dos deputados e a sensação presidencial, com expectativa de resolução ainda em 2018.

Enquanto esta questão segue os trâmites legais e a Ozonioterapia ainda conquista seu espaço no sistema de saúde brasileiro, é possível usufruir dos seus benefícios conhecendo empresas como a Saúde com Ozônio, cuja expertise são os tratamentos com ozonioterapia.

Converse com o seu médico e continue acompanhando os avanços no tema.

Se você sofre com disfunções eréteis causadas por problemas circulatórios, converse com o seu endocrinologista ou urologista e procure um tratamento com ozônio.

Como o Dr. Coimbra bem observa em sua entrevista a respeito do tema, caso o seu médico não acredite na técnica, está na hora de procurar outro profissional!

Você já teve alguma experiência com Ozonioterapia? Compartilhe conosco nos comentários e continue acompanhando o blog Saúde com Ozônio.

Conheça os benefícios da estética ortomolecular

O conceito de ortomolecular vem da junção da palavra grega orthos, que quer dizer correto ou alinhado, com o termo molecular, que vem de molécula. Ou seja, aliado aos tratamentos de beleza, a estética ortomolecular compreende a necessidade do corpo humano de receber doses adequadas de determinados nutrientes para garantir o seu equilíbrio.

Diversas funções biológicas do nosso organismo necessitam essencialmente de algumas substâncias encontradas nos alimentos, o que também contribui para a saúde estética.

Nesse sentido, criamos este artigo para te mostrar de maneiras simples os benefícios da estética ortomolecular para a sua saúde e beleza.

O que é Estética Ortomolecular?

A terapia ortomolecular é um estudo que se baseia no terreno funcional do indivíduo, identificando os desequilíbrios bioquímicos para, então, corrigi-los.

A estética ortomolecular, portanto, é a ciência que se utiliza dos chamados oligoelementos, que podem ser cremes, máscaras, loções e outros produtos feitos a partir de ingredientes naturais.

Com isso, é possível suplementar algumas substâncias específicas ao corpo, que podem ser absorvidas tanto interna quanto externamente.

É uma terapia alternativa que entende as disfunções do corpo como resultados dos desequilíbrios internos, relacionados à falta ou excesso de inúmeras substâncias.

Objetivos da Estética Ortomolecular

Diante disso, o objetivo é, principalmente, neutralizar a ação dos radicais livres, que podem ser formados pela oxidação das células e outros fatores, como a poluição, por exemplo.

Esse processo de oxidação é um acontecimento natural do corpo ao queimar oxigênio, que é utilizado para converter os nutrientes absorvidos em energia.

O corpo consegue reparar naturalmente 99% dos danos causados pelos radicais livres por meio do metabolismo, mas se este último não estiver adequado, o problema tende a ser maior.

Com isso, não é só a saúde física do corpo que é afetada, mas também a saúde emocional e a estética, sendo muitos desses impactos visíveis na pele.

É nesse contexto que a estética ortomolecular surge como uma alternativa para equilibrar esses nutrientes e manter o organismo protegido contra os danos dos radicais livres.

Como usar a medicina ortomolecular nos tratamentos estéticos?

Como a terapia estética ortomolecular se baseia no terreno funcional do indivíduo, é necessária uma avaliação completa e individualizada.

Essa avaliação é conhecida como diátese, que entende como cada pessoa funciona e reage aos estímulos, considerando a sua constituição fisiológica e, também, bioquímica.

Com essas informações em mãos, o profissional deve estabelecer os procedimentos de correção dos desequilíbrios por meio dos oligoelementos.

Assim, o organismo recebe os nutrientes que estimulam as reações químicas que auxiliam nos processos internos.

Isso pode ser realizado por meio de eletroterapia, ao uso de cosméticos e outras terapias que se utilizam dos oligoelementos.

É possível também fazer uso de vitaminas e aminoácidos dos alimentos, sendo que alguns grupos podem ser sugeridos, além dos procedimentos com os produtos estéticos.

Ou seja, é preciso compreender os hábitos alimentares, emocionais e estresse oxidativo, para que os tratamentos compreendam as suas necessidades de forma individualizada.

Tratamentos estéticos sem cirurgia

A estética ortomolecular é, então, uma alternativa de tratamento estético que não necessita a realização de cirurgias.

Os procedimentos ajudam a estimular o rejuvenescimento da pele, além de equilibrar o organismo internamente, potencializando as suas funções biológicas.

Mas além da estética ortomolecular, existem outros tratamentos que não envolvem os riscos de uma cirurgia.

Separamos três deles para você entender com mais detalhes o que a estética tem a ganhar com os procedimentos da medicina ortomolecular.

Microagulhamento

Este tratamento é utilizado para estimular a produção de colágeno, proteína que serve de sustentação para a estrutura da pele.

Além disso, o procedimento é usado nos cuidados das manchas que aparecem na pele por conta dos desequilíbrios hormonais, conhecidas como melasmas.

Por meio de pequenos furos na pele, o microagulhamento é capaz de induzir a proteção de colágeno e elastina.

Essas duas proteínas atuam diretamente no rejuvenescimento da pele e estimulam, também, a regeneração das células.

Harmonização facial com ácido hialurônico

Este é um procedimento já muito conhecido e difundido, que auxilia na correção de pequenas imperfeições do rosto.

O ácido hialurônico é produzido naturalmente pelo corpo, porém, a sua produção tende a diminuir de acordo com o envelhecimento natural.

É um tipo de carboidrato que se liga às moléculas de água, criando uma substância gelatinosa que hidrata a pele.

Ele é produzido na pele pelas células chamadas de fibroblastos, a mesma que produz o colágeno e a elastina que falamos anteriormente.

À medida que envelhecemos, essas células reduzem a sua produção, sendo a aplicação do ácido hialurônico uma alternativa para manter o rejuvenescimento.

Um grande benefício desse procedimento é que há poucas chances do organismo rejeitar a substância, já que o corpo é capaz de produzi-la.

Bioestimuladores

A diminuição dessas proteínas e carboidratos que atuam na pele, com o tempo, tendem a promover flacidez na pele.

Essa flacidez pode ser combatida com o uso de bioestimuladores em conjunto com uma alimentação saudável.

Como o tratamento com a estética ortomolecular é sempre individualizado, a quantidade é determinada de acordo com a idade e características da pele em questão.

Minerais e vitaminas que auxiliam no tratamento estético

Como na estética ortomolecular existe o uso de oligoelementos, muitos deles são encontrados facilmente por meio dos alimentos.

Por isso, além dos fins estéticos, existem ganhos com a saúde de uma forma geral, que proporcionam mais qualidade de vida.

É possível não apenas melhorar a aparência da pele e dos cabelos, mas também emagrecer e fortalecer o sistema imunológico.

Equilibrando a bioquímica do organismo, neutralizando os radicais livres e eliminando toxinas, os oligoelementos da estética ortomolecular podem ser encontrados em alguns alimentos, como:

Colágeno

Essa proteína possui como fontes os ovos, carnes e peixes.

A falta dessa substância no organismo está associada ao envelhecimento da pele, flacidez, enfraquecimento das unhas e queda de cabelo.

Vitaminas

Esse é um grupo bem diverso, que pode ser dividido assim:

  • Vitamina A: suas fontes são o leite e desnatados, iogurte, fígado e alguns outros. Possui ação antioxidante, ajuda a tratar a queda de cabelos e acne e, também, na restauração e construção de novos tecidos;
  • Vitaminas do complexo B: algumas fontes são o gérmen de trigo, laranja e pão integral. Também possuem antioxidantes e ajudam no retardamento do envelhecimento da pele;
  • Vitamina C: laranja, limão, acerola, tomate e pimentão são ricos dessa vitamina, que auxilia na proteção da pele contra os raios ultravioletas e preserva o colágeno;
  • Vitamina E: castanha-do-pará, repolho, abacate e cereais integrais são ótimas fontes, que atuam como antioxidantes e ajudam a proteger a ação da vitamina C, além de reter água, que ajuda na hidratação da pele.

Cálcio

Conhecido pela importância para os ossos, o cálcio pode ser encontrado no leite, salmão, tofu e alguns outros alimentos.

Além disso, a falta dele pode enfraquecer não apenas os ossos, mas também as unhas e cabelos, que ficam mais finos e quebram com facilidade.

Outros nutrientes

  • Magnésio: encontrado na banana, uva, amêndoas e carnes magras, atuando na formação de proteínas importantes como a queratina e ajudando a tonificar a pele;
  • Potássio: também pode ser encontrado na banana, amêndoas e semente de girassol, ajudando na hidratação dos cabelos e no funcionamento dos rins;
  • Selênio: peixes, cogumelo e carne vermelha são algumas fontes, que atuam como antioxidantes, que protegem as células contra a ação dos radicais livres;
  • Silício: pode ser encontrado na maçã, manga e pepino, que auxiliam no crescimento e fortalecimento dos cabelos, além de ajudar na formação do colágeno e elastina;
  • Cobre: ótimas fontes são as ostras, o chocolate e leguminosas, que combatem as manchas no corpo, contribuem para a formação do colágeno e elastina e também possuem ação antioxidante;
  • Ferro: encontrado em quantidades significativas nas carnes e vegetais folhosos, que ajudam a fortalecer o organismo, sendo a sua falta relacionada ao enfraquecimento de unhas e cabelos;
  • Zinco: pode ser encontrado nos grãos, ostras e iogurte, que aumentam a ação de enzimas, reduz linhas de expressão e ajudam a combater os radicais livres.

Gostou do conteúdo?

Estamos vivendo uma realidade cada vez mais industrial, com inúmeras facilidades que nem sempre são ideais ao nosso organismo.

Produtos industrializados com alta concentração de sódio e açúcares, além da poluição, contribuem para o desequilíbrio do corpo.

Por isso, é de extrema importância cuidar da sua alimentação, pois ela possui impacto direto sobre a sua saúde e, também, os seus aspectos estéticos.

Com a estética ortomolecular é possível entender o que o seu corpo precisa, o que está faltando e o que está em excesso.

Assim, torna-se uma alternativa para corrigir os desequilíbrios, aumentar a qualidade de vida e autoestima, à medida que melhora os aspectos da pele, cabelos e diversos outros.

Se você gostou desse conteúdo, continue acompanhando as atualizações do blog Saúde com Ozônio. Outros conteúdos também estão no site Detox Dr. Ozônio3.

O que é e como funciona a Nutrição Ortomolecular

Para que o nosso corpo funcione corretamente, precisamos ingerir proteínas, vitaminas, minerais e outras substâncias que equilibram as funções do organismo. É exatamente nesse contexto que a Nutrição Ortomolecular é apresentada.

Com uma dieta balanceada e diversa, o corpo recebe todos os nutrientes que precisa para ter energia e até mesmo se proteger.

Sendo assim, a nutrição ortomolecular é uma maneira de prevenir e tratar doenças descrevendo as quantidades necessárias de nutrientes que o corpo necessita.

O que é Nutrição Ortomolecular?

O ano é 1949, momento em que o doutor em química Linus Pauling anunciou a descoberta da causa da anemia falciforme.

Essa doença foi descrita como de ordem molecular, mas somente cerca de quase 20 anos depois que o mesmo autor publicou um importante artigo na revista Science sobre esse campo da medicina.

O artigo “Psiquiatria Ortomolecular” foi o responsável por comprovar que existe uma relação direta entre o equilíbrio do organismo e a ingestão de alimentos.

Com isso, a nutrição ortomolecular se apresenta como uma maneira de proporcionar ao corpo as quantidades necessárias de componentes naturais.

Ela é baseada no equilíbrio de substâncias naturais, como vitaminas e minerais, além de ser realizada de forma individualizada.

Alguns exemplos de tratamentos muito comuns são a prevenção de bócio com a substância iodo e a injeção de insulina para diabetes.

Quais os benefícios da nutrição ortomolecular?

Diante de tamanha importância que a ingestão de alimentos possui para a nossa saúde, certamente a nutrição ortomolecular possui muitos benefícios. Ao equilibrar a nossa dieta alimentícia, é possível tratar diversos distúrbios, além de retardar o envelhecimento.

Inúmeras pessoas procuram a nutrição ortomolecular com diferentes finalidades. Algumas delas são:

  • Retardar o envelhecimento precoce;
  • Combater a fadiga crônica;
  • Perder peso;
  • Auxiliar na menopausa e andropausa;
  • Ajudar na concentração e memória;
  • Reduzir a insônia.

Essa diversidade existe porque o princípio da dieta é fortalecer o corpo para combater qualquer tipo de patologia e ainda ajudar na prevenção delas.

Muitas doenças possuem caráter progressivo, sendo possível retardá-las com uma alimentação balanceada e a quantidade de nutrientes correta.

Além disso, é uma terapia não invasiva, que pode ser uma importante aliada a outros tratamentos de saúde.

Equilíbrio do corpo e da mente

Com uma dieta equilibrada e diversa, é possível não apenas cuidar da saúde física, mas também de muitos sintomas agregados.

Algumas enfermidades prejudicam a absorção de alguns nutrientes ou provocam sintomas como insônia, cansaço e até mesmo ganho de peso.

Em contrapartida, com a nutrição ortomolecular é possível melhorar os sintomas de falta de energia, dificuldades com o emagrecimento e prevenção de doenças.

Isso acontece porque o organismo se mantém forte e equilibrado, contribuindo também para o bem estar emocional.

Esse equilíbrio também traz muitos outros benefícios. Alguns deles são:

  • Redução no tempo de recuperação de doenças;
  • Melhoria no sistema imunológico;
  • Auxílio no metabolismo;
  • Combate aos radicais livres e melhoria na reparação celular;
  • Otimização das medicações utilizadas em outros tratamentos

Em quais casos é indicado o tratamento ortomolecular?

A nutrição ortomolecular não possui restrições ou contra indicações, sendo que qualquer pessoa pode utilizar a dieta. No entanto, a avaliação deve ser feita de maneira personalizada, com o objetivo de respeitar as restrições e características individuais.

Não há também nenhuma restrição quanto à idade para iniciar o tratamento, isso porque quanto mais cedo, mais chances de identificar possíveis problemas.

Com uma dieta desse tipo, é possível identificar precocemente o estresse oxidativo das células e compreender que influências externas impactam na saúde do indivíduo.

Por isso é tão necessário a avaliação e tratamento individualizados, considerando as necessidades específicas da pessoa.

Assim é possível suplementar e ajustar os nutrientes em excesso ou que ainda faltam no organismo, oferecendo ao corpo tudo o que ele precisa na dose certa.

Quais alimentos são permitidos e quais não são?

Diante disso, alguns alimentos se mostram mais positivos que outros, visto que muitos deles são fontes de substâncias nocivas à nossa saúde.

Com isso, uma alimentação saudável e balanceada deve se basear muito mais nos alimentos orgânicos, em detrimento dos industrializados.

Alimentos Permitidos

Entre os alimentos permitidos, estão as frutas e verduras orgânicas, que são ótimas fontes de proteínas, carboidratos, vitaminas, minerais e gorduras.

Ainda é possível incluir na dieta proteína animal, desde que livre de conservantes, assim como a farinha integral.

Alimentos Proibidos

Por outro lado, alguns alimentos costumam receber alguns cortes dentro da dieta, como leite, manteiga ou margarina.

Além disso, os produtos industrializados, açúcares, álcool e carnes vermelhas também são geralmente cortados da dieta.

Etapas do acompanhamento em nutrição ortomolecular

Para colher os benefícios da nutrição ortomolecular, o tratamento deve ser feito em algumas etapas, seguindo esta lógica:

Início

Com o objetivo de garantir o tratamento individualizado, o início será pela anamnese e históricos de vida e doenças do paciente.

Para ser o mais amplo possível, o profissional deve observar as reclamações do paciente, que mesmo simples podem identificar sintomas iniciais de um problema maior.

Somente com isso o nutricionista será capaz de levantar as hipóteses do diagnóstico de forma precoce, contribuindo com a prevenção.

Exames complementares

Depois disso, é necessário avaliar alguns exames complementares, que incluem não apenas as doenças do paciente, mas também outras áreas que podem estar relacionadas.

O estresse oxidativo, por exemplo, é um marcador importante da nutrição ortomolecular, assim como os antioxidantes.

Entre os exames mais comuns estão os de:

  • Sangue;
  • Fezes e urina;
  • Imagem, como ultrassom, tomografia e outros;
  • Bioimpedância, que avaliação a composição corporal;
  • Mineralograma capilar, conhecido como exame do fio de cabelo.

Prescrição do tratamento

Com todas essas etapas anteriores realizadas, é hora de prescrever o tratamento, indicando quais são os nutrientes que precisam de suporte.

Por sua vez, esse suporte será proporcionado por meio de uma alimentação balanceada e com a ajuda de alguns suplementos.

Com isso, são considerados minerais, vitaminas, aminoácidos e outras substâncias que atuam como antioxidantes e aumentam o rendimento metabólico.

Com um metabolismo melhor, é possível otimizar o uso de medicações no tratamento das doenças já instaladas no corpo.

Assim, é possível melhorar o desempenho das células, oferecendo melhores condições de produção de energia e novas substâncias estruturais.

Além disso, um bom metabolismo ajuda a controlar a produção de radicais livres, auxilia na reparação das células e fortalece a imunidade.

Dieta ou nutrição ortomolecular?

Nutrição, dieta, terapia ou medicina ortomolecular são expressões comuns dentro desse universo, mas ambos se referem ao ramo alternativo da medicina.

Isso acontece porque um dos princípios da nutrição ortomolecular é que qualquer tipo de problema pode surgir com o desequilíbrio bioquímico do organismo.

Ou seja, a nossa alimentação tem um papel importante na regulação das funções vitais do organismo.

Portanto, caso aconteça algum desequilíbrio, a nutrição ortomolecular auxilia na identificação e suplementação desses desníveis nutricionais, fortalecendo o corpo e protegendo as suas funções.

Benefícios da terapia ortomolecular

Vivemos em um mundo altamente industrializado e com diversos impactos diretos e indiretos na nossa saúde.

Em contrapartida, mesmo que ainda não exista uma regulamentação específica para a atuação da nutrição ortomolecular, o número de médicos com essa visão só aumenta.

Acontece isso porque esse ramo da medicina tem muitas comprovações a respeito da sua eficácia na correção dos desequilíbrios orgânicos ou psíquicos.

Além disso, auxilia no fortalecimento do sistema imunológico e na proteção das funções celulares, muito importantes nos cenários de surgimento de doenças.

Nutrição ortomolecular e Ozonioterapia

A nutrição ortomolecular é uma maneira de complementar outros tratamentos, assim como também pode ser aliada a outras terapias complementares.

Nesse contexto, a Ozonioterapia pode ser ideal para fornecer condições adequadas à recuperação do corpo diante de inúmeras patologias.

Isso porque o ozônio medicinal atua no estresse oxidativo, que é um marcador da medicina ortomolecular muito importante.

Além disso, também atua na oxigenação das células e na circulação periférica, contando com propriedades antissépticas e anti-inflamatórias.

Benefícios do tratamento ortomolecular com ozonioterapia

Com a utilização dessas duas importantes áreas da saúde, é possível obter benefícios de forma muito mais ampla.

Um dos pontos em comum entre as duas terapias é o tempo de recuperação de doenças, que passa a ser muito menor.

Além disso, o rendimento metabólico e o aumento do desempenho celular também são características em comum, assim como:

  • Otimização do efeito de medicamentos;
  • Melhoria do sistema imunológico;
  • Aumento da capacidade de reparação celular;
  • Estímulo à produção de substâncias estruturais.

O ozônio possui destaque contra inflamações crônicas, sendo capaz de reduzir a dosagem dos medicamentos utilizados para os tratamentos convencionais.

Assim como ele, a medicina ortomolecular também auxilia na redução dessas substâncias sintéticas, além de diminuir os efeitos colaterais e danos secundários dessas medicações.

Acompanhe o nosso blog para novas atualizações

Percebeu os inúmeros benefícios que você pode obter com o tratamento ortomolecular?

Essa prática complementar, assim como a ozonioterapia, é cada vez mais vista como ótima aliada no equilíbrio interno do organismo.

É possível não apenas cuidar internamente do nosso corpo, mas diminuir consideravelmente o risco de desenvolver doenças.

Se você quiser receber mais conteúdos interessantes como esse, fique atento às atualizações do nosso blog Saúde com Ozônio e, também, no blog do Dr. Ozônio.

Veja como funciona o processo de cicatrização de feridas

É muito comum quando nos machucamos pensarmos como ocorrerá a cicatrização de feridas. Isso porque muitas delas podem comprometer a nossa estética e saúde.

Por isso, criamos este artigo para que você saiba quais as fases desse processo tão importante.

Entenda as fases de cicatrização

A cicatrização de feridas é um processo bastante complexo, envolvendo mecanismos moleculares, celulares e bioquímicos. Ela acontece basicamente em três fases. São elas:

Fase inflamatória

Este é o período inicial, iniciado no momento da lesão e com duração entre um a quatro dias, dependendo da sua característica e extensão.

Nesse período acontecem secreções e o sistema de coagulação sanguínea é ativado. Com isso o organismo tenta fazer a hemostasia.

Nela há a contração de pequenos vasos nas proximidades da lesão, agregação plaquetária e a formação de uma matriz de fibrina, esta última agindo como uma barreira contra contaminação.

Além disso, a fibrina serve de apoio para a migração das células, estimulando o seu crescimento.

Nessa fase os sinais da inflamação podem ser calor, edema, rubor e dor, em sinal de resposta do organismo. Os neutrófilos e monócitos passam a iniciar o processo limpando a ferida.

Os neutrófilos chegam primeiro porque são atraídos pelas substâncias liberadas na hemostasia até o momento da liberação de citocinas pró-inflamatórias.

Nessa defesa do organismo, o mastócito também tem um papel fundamental, pois os mastócitos degranulados liberam quimiocinas, citocinas, histamina e outros mediadores de vasodilatação e migração celular.

Fase proliferativa

Essa tem um período mais longo, de cinco a vinte dias, também conhecido como o período da regeneração.

É nesse momento que ocorre a proliferação de fibroblastos que originam o processo de fibroplasia. Nesse momento as células endoteliais se proliferam e resultam em uma vascularização rica e a infiltração de macrófagos.

Com isso se forma o tecido de granulação, caracterizado como o processo inicial da formação da cicatriz.

Neo-angiogênese

Esta fase de proliferação celular se caracteriza pela ocorrência de suprimento sanguíneo no local da lesão, sendo extremamente necessária.

Essa resposta do organismo dá estímulo a muitos fatores, como por exemplo a hipóxia local e o fator de crescimento endotelial vascular.

Existe também um processo de migração estimulado pelos mediadores liberados pelos macrófagos ativados, bradicinina e prostaglandina.

Com isso ocorre a formação de uma nova rede vascular, que propicia um ambiente de cicatrização mais eficiente, aumentando as células do local e distribuindo nutrientes.

Epitelização

Nessa parte acontece a proliferação celular basal e migração das células epiteliais na ponte de fibrina, rejuvenescendo a derme.

Para o centro da ferida são migrados os queratinócitos, células epiteliais e células tronco, que induzem a contração, aproximação das bordas e a neoepitelização da lesão.

Fibroplasia

Para tornar o local da ferida mais forte e resistente, acontece a produção de colágeno pelos fibroblastos, que se originam a partir de células mesenquimais quiescentes.

A função delas é formar o colágeno, considerado a proteína estrutural do corpo e responsável pela força e sustentação de tensão da cicatriz.

Os fibroblastos são nutridos pelos neo-vasos e produzem uma grande quantidade de fibronectina e ácido hialurônico, substituindo a camada inicial formada pela hemostasia.

Tecido de Granulação

Por fim, a granulação é formada, sendo um tecido composto por neo-vasos, fibroblastos, macrófagos e colágeno frouxo. De aparência vermelha e granular, possui muitos espaços vazios e vasos imaturos que sangram facilmente.

Mas ao final do período a lesão está recoberta com esse tecido, neovascularizada e se regenerando.

Fase de maturação ou reparo

De todo o processo de cicatrização de feridas, esta é a última fase, que pode durar por muitos meses.

Nesse momento a vascularização e a densidade celular diminuem e acontece a remodelação do tecido cicatricial que foi formado na fase anterior.

Como um último processo, as fibras são realinhadas e aumentam a resistência do tecido lesionado e melhoram o aspecto da cicatriz, que vai alterando de tonalidade, do vermelho escuro ao rosa claro.

Nesse momento acontece principalmente a deposição organizada de colágeno, que na fase anterior era do tipo III e nessa é substituído por um mais espesso e direcionado ao longo das linhas de tensão.

Com isso acontece o fechamento da lesão pela diferenciação dos fibroblastos em miofibroblastos, que sofrem apoptose depois da resolução do reparo.

Se essas células não forem destruídas, o resultado serão as cicatrizes hipertróficas, chamadas de queloides.

Por fim, há o fechamento completo da lesão e, finalmente, a repigmentação, quando os melanócitos se proliferam e ajudam a restaurar a cor natural da pele lesionada.

Fatores que interferem na cicatrização de feridas

Alguns fatores podem interferir no processo de cicatrização de feridas. Eles podem ser de dois tipos: locais ou sistêmicos.

Fatores locais

Esses são definidos pelas características da lesão, como: profundidade, aspecto da secreção, dimensão da lesão, hematomas, edemas e presença de corpos estranhos.

Também pode haver isquemia tecidual, com a falta de oxigenação que dificulta as proliferações celulares necessárias para a cicatrização de feridas.

Outro ponto é quando o processo é dificultado por contaminação bacteriana, causando infecções no local.

Por isso, é preciso tomar alguns cuidados como a utilização dos materiais adequados, utilização de curativos e a correta higienização.

Fatores sistêmicos

Outra questão da cicatrização de feridas é que em idades mais avançadas há uma dificuldade maior na resposta da fase inflamatória.

Além disso, uma alimentação pobre em proteínas e vitaminas prejudicam toda a complexidade desse processo.

Com uma má nutrição há também a diminuição da resposta imunológica e a síntese do colágeno, que podem resultar na deiscência de suturas.

Há também o fator de doenças crônicas como a obesidade, hipertensão, diabetes mellitus e distúrbios cicatriciais como atrofia e cicatrizes hipertróficas, por exemplo.

Utilização de produtos como o sabão comum e medicamentos anti-inflamatórios, antibióticos e quimioterápicos também podem interferir no processo de cicatrização de feridas.

Outros fatores que podem interferir na cicatrização de feridas

Além dos dois principais, há também a necessidade de dar atenção a alguns outros aspectos, como:

Sistema imunológico

Como a defesa do organismo está diretamente associada à imunidade, é preciso cuidá-la bem para não ficarmos vulneráveis à invasores que prejudicam o processo de cicatrização de feridas.

Pele

Como é na pele que resultam as cicatrizes, é necessário manter cuidados antes, durante e depois da lesão dela, principalmente evitando coçar o ferimento.

Peso

Além da obesidade crônica, é preciso cuidar do excesso de peso, pois ele causa alterações na fisiologia da pele como a vasodilatação e perda de fluidos transepidérmicos.

Sono

Dormir bem é um fator muito importante porque é durante o sono que os tecidos do nosso corpo são reparados e onde há o fortalecimento do sistema imune.

Passo a passo para cuidar da cicatrização de feridas

Agora que já falamos sobre como ocorre o processo todo e quais os fatores que podem interferir na cicatrização de feridas, trouxemos algumas dicas importantes:

Lave o local e faça um curativo

Em caso de lesões simples, o primeiro passo é a higienização. Lave a pele para remover possíveis intrusos e evitar o desenvolvimento de infecções.

Você pode fazer isso com água e sabão de pH neutro ou soro fisiológico. Contudo, lesões mais graves necessitam de atendimento médico.

Aplique 15 minutos de calor no local

Isso fará com o fluxo sanguíneo aumente, proporcionando uma maior quantidade de nutrientes e células no local.

É possível fazer isso de duas a três vezes ao dia, porém, somente depois de ser formada a primeira “casquinha” de proteção, mas evite fazer compressa durante o dia ou por muito tempo em casos de inchaço e dor.

Mantenha a região elevada

Caso o local permaneça inchado por mais de dois dias, tente elevar a região e reduzir o acúmulo de líquidos, facilitando a circulação do sangue.

Se as lesões ocorrerem na perna, por exemplo, levante-as cerca de 20 cm acima do nível do coração por pelo menos três vezes ao dia.

Cuide da sua alimentação

Alguns alimentos são muito importantes para o organismo e estimulam a cicatrização de feridas, como aqueles ricos em ômega 3 e vitaminas A, E e C.

O primeiro pode ser encontrado no salmão e sementes de chia e os segundos em frutas como a manga, laranja, tomate e também no amendoim.

Em contrapartida, evite ingerir alimentos que dificultam o processo, como a carne de porco, o açúcar e refrigerantes.

Por isso, é importante destoxificar o organismo, que pode ser facilmente alcançado com os benefícios da hidrocolonterapia.

Utilize uma pomada cicatrizante

Uma outra opção para a cicatrização de feridas mais rápida é o uso de pomadas cicatrizantes, que fornecem nutrientes para a regeneração da pele.

Além disso, ajudam a diminuir a inflamação. Porém, é preciso controlar o uso em cerca de três a cinco dias depois do surgimento das lesões, e sempre com orientação médica.

A Ozonioterapia como aliada na cicatrização

Em peles lesionadas algumas lesões abertas podem surgir, surgindo então as úlceras, que causam enormes desconfortos.

Mesmo que existam diversos tipos de úlceras, a Ozonioterapia pode ser de extrema importância para melhorar o metabolismo celular.

Além disso, também gera efeitos antioxidantes e anti bacterianos no corpo, aumentando a eficácia na cicatrização de feridas.

Existem também muitos outros problemas em que a Ozonioterapia pode ajudar.

Água ozonizada

É consenso geral que nosso corpo necessita de água, mas nem sempre a qualidade dela é garantida.

Por isso, uma das técnicas mais destacadas é a ozonização, que possibilita o uso dessa água para diferentes finalidades, como a própria ingestão. Mas destacamos algumas outras como:

  • Aplicação em ferimentos, acelerando e melhorando a cicatrização de feridas;
  • Higienização dos alimentos, eliminando substâncias tóxicas e químicos;
  • Combate de células cancerígenas.

Além desse conteúdo, você também pode acompanhar as atualizações do nosso blog da Saúde com Ozônio e ficar por dentro de inúmeras práticas de Ozonioterapia.

Entenda o processo de desintoxicação do seu corpo ao parar de beber

Em doses pequenas o álcool pode até trazer benefícios, mas, em contrapartida, parar de beber pode desintoxicar o seu organismo e trazer uma infinidade deles.

Por isso, criamos este artigo para que você entenda como ocorre o processo de destoxificação do seu corpo em relação às bebidas alcóolicas.

Entenda o processo de desintoxicação do álcool ao parar de beber

Como tudo que ingerimos, cada substância tem o seu tempo de permanência no organismo, que pode ser facilmente absorvida ou não.

Em relação ao consumo de bebidas alcóolicas, já é de conhecimento médico os muitos impactos que causam a curto e longo prazo.

Alguns desses efeitos são, por exemplo, o ressecamento da pele, desidratação e até casos de câncer.

Mesmo com isso, o nosso corpo tem uma recuperação relativamente rápida dos danos. Entenda como acontece todo esse processo ao parar de beber.

1 hora

Como quem irá realizar a desintoxicação do organismo é o fígado e pâncreas, na primeira hora depois de parar de beber os órgãos já começam a trabalhar.

Tudo isso em um ritmo mais acelerado que o normal, já que precisam produzir as substâncias que minimizam os efeitos do álcool ingerido.

Com isso, o organismo passa a repelir o álcool da corrente sanguínea com o objetivo de prevenir uma possível intoxicação.

Tudo isso acontece porque cerca de 90% dele é absorvido nessa primeira hora, que em casos de coma alcoólico é de extrema importância.

12 – 24 horas

Nesse período é muito provável que a pessoa já tenha parado de beber. É aí que acontece o momento tão conhecido e temido da ressaca.

Esse momento pode trazer diversos desconfortos, principalmente para quem exagerou na quantidade. É preciso tomar alguns cuidados como:

  • Alimentação: é uma etapa crucial para ajudar o organismo na recuperação. Por isso, consuma frutas e legumes para garantir gorduras e açúcares bons.
  • Hidratação: dependendo da quantidade de bebida ingerida, a desidratação pode ser muito mais acelerada, já que em vez de água, o corpo recebe álcool. Por isso, é importante mantê-lo hidratado de verdade.
  • Quantidade: quanto mais o fígado recebe álcool, mais quantidade de substâncias tóxicas produz. Nesse sentido, é crucial ter controle sobre a situação.

48 horas

Este é o momento em que o processo de desintoxicação geralmente termina, indicando que de alguma forma o corpo eliminou o máximo de substâncias tóxicas.

Mesmo assim, alguns sintomas da ressaca ainda podem ser sentidos, como dores de cabeça, mal-estar e cansaço.

Contudo, se a ressaca começou a diminuir, as chances de reações negativas acontecerem é bem menor.

1 semana

Quando já se passaram mais de sete dias depois da ingestão de bebida alcoólica, sintomas da pele desidratada, por exemplo, tendem a desaparecer.

Com isso a pele consegue manter um aspecto mais macio. Mas além dela, outro grande ganho é o equilíbrio do sono.

Como o sono para o nosso organismo possui diversas funções biológicas, depois de uma semana, dormir tende a ser mais fácil.

Isso acontece porque o corpo já eliminou o que precisava e pode se concentrar na fase restauradora do sono, de extrema importância para a nossa energia.

1 mês

Depois de todo esse tempo o fígado passa a ter uma redução considerável na quantidade de gordura.

Para além da redução da conhecida “barriguinha”, essa redução de gordura pode chegar até os 15%.

Além disso, a quantidade de substâncias tóxicas geradas pelo consumo de bebida alcoólica prejudica a absorção de vitaminas.

Por isso, depois de um mês acontece o restabelecimento integral desse processo, exceto das vitaminas do complexo B e outras como C e E, que precisam de mais tempo para serem absorvidas de maneira integral.

1 ano

Por fim, como resultado da decisão de parar de beber, o risco de desenvolver diversos tipos de câncer diminui significativamente.

Isso porque o organismo pára de lutar contra os efeitos inflamatórios causados pela ingestão de álcool e passa a se concentrar na sua própria proteção.

Além disso, os resultados sentidos na pele com apenas uma semana são maiores.

Assim como a oleosidade, depois de um ano há aumento das chances de recuperação em casos de acne e rosácea, sendo tratadas muito mais rapidamente.

Confira como seu corpo reage ao parar de beber

Mencionamos um pouco sobre esse assunto mais acima, mas agora detalhamos um pouco mais as reações do organismo em partes específicas.

Além do consumo excessivo de álcool aumentar o risco de se tornar um problema, como o vício, parar de beber desencadeia uma série de melhorias.

Fígado

Como já falamos, o fígado tem um importante papel no nosso organismo na absorção do álcool, mas também é um dos mais afetados.

Em grandes quantidades, o álcool é capaz de prejudicar as células hepáticas e ter dificuldade na metabolização dessa substância tóxica.

Por isso, ao parar de beber os níveis de gordura diminuem e o fígado pode se recuperar totalmente, a depender de cada caso.

É um órgão com muita capacidade de se regenerar, mas na presença de outros problemas como a cirrose, a situação tende a ser diferente.

Em muitos casos, será preciso realizar uma cirurgia de transplante, que só pode ser feito com a substância fora do organismo totalmente.

Coração

Como há diminuição no nível de gordura, a redução também acontece em um dos fatores de risco para doenças cardiovasculares e diabetes, o excesso de peso.

O risco de ter um infarto, AVC ou desenvolver diabetes reduz muito, assim como a insuficiência cardíaca e miocardite, que são as inflamações nas células do músculo do coração.

Parar de beber também diminui as arritmias cardíacas e ajuda nos casos de hipertensão, reduzindo a pressão arterial dos pacientes hipertensos.

Sistema imunológico

Além da redução nos riscos de desenvolver câncer, como o de boca e intestino, o sistema imunológico tende a se fortalecer.

Isso porque, do contrário, passa a ter problemas para defender o organismo de infecções ao receber quantidades significativas de álcool.

Parar de beber, portanto, significa prevenir diversas dores de cabeça no futuro, e que nem sempre são simplesmente enxaquecas.

Além disso, antes de atingir um estado crítico do pâncreas, parar de beber pode dar tempo do órgão se recuperar naturalmente na maioria dos casos.

Pele

Também já mencionamos as melhoras na pele depois de parar de beber, mas o que acontece exatamente com ela?

Pessoas que consomem bebidas alcoólicas constantemente, facilitam o surgimento de rugas e linhas de expressão, deixando a pele ressecada pela desidratação.

A doença do alcoolismo causa o envelhecimento precoce, que passa a inflamar e dilatar os vasos da região, criando inchaços, vermelhidão e outros sintomas.

Parar de beber, portanto, melhora as respostas do organismo na manutenção dos elementos essenciais para uma boa pele.

Peso

Como o consumo exagerado provoca dificuldades na absorção de vitaminas, por exemplo, é comum existirem casos de desnutrição.

Principalmente em pacientes com dependência alcoólica, além do corpo não conseguir absorver proteínas corretamente.

Lembrando que em casos de problemas irreversíveis a reposição desses nutrientes pode ser necessária de forma contínua.

Sono

Mesmo que auxilie no cansaço que gera sono, a qualidade desse descanso não é boa, já que desorganiza as atividades elétricas.

Em grandes quantidades, o álcool pode afetar o Sistema Nervoso Central. Portanto, as noites de sono ao parar de beber tendem a ser mais restauradoras.

Disposição

Em consequência do item anterior, há aumento da disposição à medida que o sono está regulado e o corpo sem grandes preocupações.

Em vez de gastar esforços com a metabolização de bebidas alcoólicas, a pessoa passa a ter mais energia para lidar com outros desafios, como as simples atividades diárias.

A Hidrocolonterapia pode ser uma grande aliada

Como estamos falando de uma substância tóxica, parar de beber significa iniciar um processo de desintoxicação.

Ao eliminar essas toxinas, os inchaços e dificuldades na ingestão diminuem e o corpo começa a se recuperar naturalmente.

No entanto, você pode contar com auxílio de alternativas médicas como a hidrocolonterapia, que promove uma limpeza profunda no organismo.

Seu objetivo principal é ajudar a remover completamente as impurezas e acúmulos de substâncias nocivas à nossa saúde.

É um procedimento que limpa o intestino grosso, contribuindo para o combate da prisão de ventre, aliviar alguns sintomas de doenças e promovendo muitos outros benefícios.

Entre elas estão inflamações, doenças musculares, problemas nas articulações ou mesmo com infecções.

Além disso, também é usada para aliviar sintomas de inchaço abdominal na preparação de cirurgias.

Com tempo de duração média de 20 minutos, é possível limpar o intestino completamente, contribuindo para a desintoxicação.

Procure manter a regularidade no acompanhamento médico

É importante lembrar que a hidrocolonterapia deve ser recomendada por um gastroenterologista, já que também é combinada a outros tratamentos.

Da mesma forma que ingerimos álcool, devemos nos preocupar com a ingestão de alimentos saudáveis e praticar exercícios regulares.

Ou seja, é uma alternativa que não resolve o problema no comportamento, mas ajuda no processo para manter um intestino limpo.

Para acompanhar mais conteúdos que auxiliem no cuidado com a saúde, continue acompanhando o nosso blog, além de conferir outras informações importantes no site Detox Dr. Ozônio 3.

Tratamento para Depressão: entenda os benefícios da Terapia Ortomolecular

Milhões de brasileiros sofrem com essa doença, que chega a incapacitá-los até na realização de tarefas cotidianas. Com isso, novas alternativas de tratamento para depressão têm surgido, como a terapia ortomolecular.

Essa prática vem crescendo nos últimos anos e tem o objetivo de corrigir desequilíbrios do corpo por meio da alimentação.

Quer saber sobre os benefícios dela e como ela pode auxiliar no tratamento para depressão? Continue lendo este artigo.

O que é Terapia Ortomolecular?

Esta forma de medicina utiliza a alimentação como meio principal de equilibrar o organismo, por intermédio da suplementação de vitaminas.

Em nosso corpo estão presentes inúmeras estruturas que ajudam nesse equilíbrio de inúmeras formas, como as moléculas biológicas.

Proteínas, enzimas, vitaminas, ácidos graxos dão origem a radicais livres que podem, junto a outros fatores, causar danos às células sadias.

Isso acontece porque durante o processo natural de queima do oxigênio para o corpo gerar energia, esses elementos estão reagindo uns aos outros.

Mas há também outros fatores que aumentam o nível desses radicais livres, como consumo de drogas e raios ultravioletas.

Outro fator é o estresse, que contribui para esse aumento. Mas é importante lembrar que o problema não está na presença desses radicais.

O que é preocupante é a quantidade deles, que podem enfraquecer o nosso sistema imunológico e contribuir para o surgimento de outros problemas, assim como influenciar no tratamento para depressão.

Por isso, essa medicina tem o objetivo de evitar essas doenças e até mesmo prevenir o câncer, já que combate os radicais livres e equilibra a quantidade das moléculas biológicas.

Como funciona esse tratamento?

A principal prática da terapia ortomolecular funciona com uma alimentação especial e o auxílio de suplementos vitamínicos.

Essa dieta especial é feita de maneira personalizada, identificando qual a realidade de cada paciente em específico, inclusive os que estão em tratamento para depressão.

Ou seja, antes de começar qualquer dieta, é necessário entender o que de fato está faltando no organismo do indivíduo.

Para que isso aconteça, é feito um exame de análise dos fios de cabelo para identificar a falta de sais minerais e aminoácidos, chamado de mineralograma capilar. Somente depois dele é possível estruturar o plano do paciente e recomendar a ingestão de cápsulas com as substâncias faltantes.

Portanto, se há falta de vitaminas, antioxidantes e sais minerais, o objetivo da terapia será a sua reposição.

Sendo assim, ela modificará a dieta do paciente com o intuito de complementar a sua alimentação com alimentos naturais, integrais, verduras, frutas e legumes.

Alimentos indicados na dieta

Nesta terapia, para manter uma dieta rica e equilibrada em triptofanos, magnésio, vitaminas e outras substâncias importantes, são geralmente utilizados:

  • triptofano: iogurte desnatado e leite, peixes, banana, feijão e lentilha;
  • magnésio: maçã, queijo, nozes, amêndoas, amendoim e cereais integrais;
  • ferro: feijão, batata, espinafre, ervilhas, fígado, brócolis, ovos, pão integral e vegetais folhosos;
  • vitaminas do complexo B: fígado, gérmen de trigo, berinjela, gema de ovos, peixes e seu óleo, arroz e farinhas integrais, leite, ostra, queijo, amendoim, espinafre e couve-flor;
  • vitamina C: laranja, limão, alface, tomate, abacaxi, acerola, goiaba e pimentas.

Os minerais utilizados na terapia injetável

Já em relação à suplementação de substâncias, alguns minerais e eletrólitos usados no tratamento atuam em processos como sínteses e ação de enzimas e hormônios, este bem importante no tratamento para depressão, como a serotonina.

Os principais utilizados na terapia injetável e que ajudam a fortalecer o sistema imunológico são:

  • manganês: um dos responsáveis pela metabolização de radicais livres nas mitocôndrias e arginase produzida no fígado. Essa substância é essencial na síntese do colesterol e dopamina;
  • bicarbonato de sódio: é um elemento capaz de reagir com ácidos e bases fortes, corrigindo o pH e é também utilizado como coadjuvante nas formulações;
  • cloreto e sulfato de magnésio: o primeiro está presente nas reações enzimáticas e atua na síntese de proteínas e ácidos nucléicos; o segundo está presente também nessas reações mas em quantidades muito maiores, facilitando a síntese de gordura e proteína;
  • sulfato de cobre: atua em enzimas envolvidas na matriz óssea;
  • sulfato de zinco: desempenha um importante papel na imunidade, auxiliando na tradução, transporte e replicação do DNA de células do sistema imunológico;
  • selênio: mineral essencial para proteção contra câncer e doenças crônicas como a aterosclerose, agindo como um antioxidante.

Veja os principais benefícios da terapia

Inúmeros cientistas confirmam a importância do nosso intestino como uma espécie de segundo cérebro, colocando a alimentação como um dos pilares para uma saúde equilibrada.

Assim, se utilizando dos elementos que descrevemos, a medicina ortomolecular traz benefícios em diversos tratamentos, até para retardar o envelhecimento.

Dentre eles, pode ajudar em casos de:

  • controle da ansiedade;
  • tratamento para depressão;
  • infertilidade;
  • candidíase;
  • artrite;
  • pressão alta;
  • asma;
  • problemas no sistema digestivo.

Entenda a relação entre a depressão e o sistema digestivo

Dada a importância desse segundo cérebro que é o intestino, manter o bom funcionamento do corpo se torna imprescindível.

Não apenas para manter a saúde e o bem estar, mas para evitar o desgaste do organismo e ajudá-lo com uma alimentação equilibrada.

Por isso, a medicina ortomolecular é uma terapia que possui foco na correção dos minerais, vitaminas e outros nutrientes.

Quando falamos do tratamento para depressão, estamos lidando com uma realidade que no Brasil alcançou o número de mais 16 milhões de pessoas em 2019.

Este resultado não para de crescer, e dentre os seus agravantes estão a correria do dia a dia, o sedentarismo e os desequilíbrios de neurotransmissores.

E, claro, não poderíamos deixar a alimentação de lado, visto que no decorrer do tempo as pessoas passaram a consumir alimentos ultra processados e em grandes quantidades.

Mas esta é apenas uma das características da alimentação na modernidade, que influenciam no tratamento para depressão.

Os principais sintomas da depressão

Esta doença é conhecida como um problema da vida moderna, sendo uma síndrome caracterizada, principalmente, pelo humor deprimido, o cansaço emocional e a perda de interesse.

Não estamos falando de apenas uma tristeza temporária como quando nos sentimos tristes por alguma situação, mas de muita coisa acontecendo internamente.

Alguns sintomas associados a ela são:

  • alterações no humor, sono (insônia ou hipersonia);
  • sentimentos de culpa, medo, tristeza e outros associados;
  • baixa autoestima;
  • diminuição do apetite;
  • dificuldades de concentração e raciocínio.

Além desses, é importante destacar que muitos pacientes também têm sintomas desconfortáveis e incapacitantes como dores, ansiedade ou desânimo.

Como a depressão é diagnosticada?

Não há exames clínicos para indicar a doença. É preciso identificar as rotinas do paciente, os casos na família e outros diversos fatores que influenciam diretamente na vida cotidiana.

Como existem muitas classificações e graus da depressão, o que faz com que o diagnóstico seja um pouco mais demorado.

Por isso, procurar especialistas como psicólogos e psiquiatras é a maneira mais indicada de receber atendimento médico.

Portanto, a terapia ortomolecular pode ser utilizada de modo paralelo, tratando indiretamente a doença por meio do equilíbrio do organismo.

Qual a relação entre depressão e saúde intestinal?

Um importante fator que causa o desequilíbrio do corpo é a alteração dos neurotransmissores cerebrais, como a serotonina.

Conhecida como hormônio da felicidade, é muito comum pensarmos que ela exista no cérebro, No entanto, a maior parte dela é produzida justamente no intestino. Portanto, este é um dos maiores indicativos que relacionam a importância da manutenção do sistema digestivo com a depressão.

Essa substância é produzida por meio do triptofano, aminoácido fundamental de uma alimentação saudável.

Ele está presente em alimentos como banana, ervilhas, peixes, abacate, amêndoas e lentilhas. Em contrapartida, o açúcar e industrializados podem desequilibrar esses neurotransmissores.

Como a ortomolecular auxilia no tratamento para depressão?

Você deve ter observado que, como essa terapia possui foco no equilíbrio do organismo e este é um dos importantes fatores que contribuem para a depressão, cuidar da alimentação é essencial.

Por isso, a prática ortomolecular não possui atuação somente no tratamento para depressão, mas também na sua prevenção.

Isso porque, além do tratamento tradicional que é imprescindível, essa prática ajuda a complementá-lo suplementando os nutrientes que se encontram em baixa quantidade no corpo do paciente.

Portanto, não atua diretamente na doença, mas é uma maneira de preservar os neurotransmissores e, consequentemente, nos quadros da doença.

Seu auxílio com esse foco se dá no equilíbrio de aminoácidos, como o triptofano, selênio, magnésio, ácido fólico e vitaminas do complexo B.

Substâncias como essas têm impactos diretos na produção dos neurotransmissores, com influências no humor, na qualidade do sono e no tratamento para depressão.

Além delas, outras substâncias como o ômega 3 e a vitamina D3 também estão sendo pesquisadas para essa complementação, que busca identificar esse desequilíbrio de nutrientes.

A ortomolecular não substitui o acompanhamento especializado

É importante ressaltar que a preocupação com a saúde deve acontecer não somente com o problema batendo à porta.

Por isso, com a medicina ortomolecular é possível ajustar o nosso equilíbrio para justamente prevenir doenças e sintomas.

É muito comum tratarmos esses problemas com medicamentos e técnicas e não colhermos resultados positivos, isso porque a alimentação é de grande importância nesse processo.

Contudo, o acompanhamento médico com psicólogos e psiquiatras é fundamental no tratamento para depressão.

Se você gostou desse conteúdo, acompanhe as atualizações do nosso blog.

Entenda por que o intestino é considerado nosso segundo cérebro

Há quem diga que é no topo da cabeça que está o órgão mais importante, que estabelece todas as conexões e mantém o corpo em ordem. No entanto, inúmeros cientistas e médicos apontam a importância do intestino como o nosso segundo cérebro.

Isso porque para os especialistas a função do sistema digestivo é muito maior do que apenas processar alimentos.

Nele existem mais neurônios que na espinha dorsal, além dele agir de forma independente do sistema nervoso central.

Por isso, mantê-lo equilibrado e funcionando bem é essencial para manter a saúde da flora intestinal, já que é nesse lugar que acontece a liberação de inúmeras informações químicas para o restante do corpo, inclusive para o cérebro.

O que a Flora intestinal representa no nosso segundo cérebro?

Pense na flora amazônica, que abriga uma infinidade de plantas que compõem o nosso ecossistema. No intestino, elas são representadas pelas bactérias.

A estimativa é de que existam cerca de 100 trilhões delas dentro desse sistema, representando quase três quilos do peso total de um indivíduo.

Essas bactérias vivem no sistema digestivo formando uma microbiota que recebe nutrientes e auxilia na digestão de alguns alimentos, assim como na regulação do nosso organismo.

Muitos estudos recentes apontam que essas bactérias produzem substâncias que fazem parte da comunicação entre cérebro e intestino, que podem influenciar até nas nossas emoções e comportamentos.

Nesse sistema acontece uma enorme simbiose, que auxilia na função intestinal de controlar o processo de digestão e excreção, sendo também responsável pelos anticorpos.

Por que o intestino é chamado de segundo cérebro?

A maioria das pessoas quando pensa em neurônios logo lembra do cérebro. Porém, essas mesmas células existem no intestino em cerca de 500 milhões.

Mesmo em número bem menor, esse segundo cérebro representado pelo intestino possui seu próprio sistema nervoso.

Esse sistema atua em diversas atividades como a liberação de substâncias que ajudam na digestão e na eliminação das fezes.

É justamente por conta dessa atividade toda que os cientistas apontam o intestino como o nosso segundo cérebro.

Mas erramos se pararmos por aí. São esses neurônios que produzem uma grande quantidade de serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade.

Esse hormônio faz parte de um conjunto de mais de 30 mensageiros químicos instalados no intestino, encarregados de realizar a comunicação de um lado a outro.

O sistema nervoso autônomo do segundo cérebro

Como mencionamos, há um sistema nervoso intestinal que atua de maneira autônoma, diferente de qualquer órgão do nosso corpo.

Ele tem a capacidade de tomar suas próprias decisões e é chamado de Sistema Nervoso Entérico (SNE), sendo o responsável direto pelo controle do sistema digestivo.

O SNE possui seus próprios circuitos neurais mas, mesmo independente, mantém uma comunicação com o Sistema Nervoso Central (SNC) por meio dos sistemas simpático e parassimpático.

As células do sistema imunológico que vivem no intestino

Cerca de 70% das células que compõem o nosso sistema imunológico estão no intestino, sendo este a chave para a nossa imunidade contra doenças.

Pesquisas recentes indicam que pessoas com problemas intestinais possuem maior probabilidade e vulnerabilidade a doenças comuns, a exemplo da gripe.

Nem tudo que eliminamos do corpo são fezes

Segundo pesquisas de especialistas, a normalidade das idas ao banheiro se dá de três vezes ao dia a três vezes por semana, mas nem tudo que sai são apenas fezes.

Isso porque 50% do bolo alimentar é composto por bactérias, não somente por restos de alimento.

A diversidade do microbioma depende da diversidade da dieta

Existe uma infinidade de micróbios intestinais, que preferem alimentos variados e são fundamentais para a digestão.

Acontece que suas atividades possibilitam que o nosso corpo faça a absorção de certos nutrientes dos alimentos que comemos.

Dessa forma, é preciso diversificar a dieta para cuidar bem desses micróbios e garantir um microbioma intestinal rico e variado, melhorando a nossa saúde e bem estar.

O intestino está ligado aos níveis de estresse e ao estado de ânimo

O importante índice para medir o estresse, segundo especialistas, é identificar os problemas intestinais de um indivíduo.

Por isso, manter práticas que diminuam o estresse, como a meditação, é de fundamental importância para melhorar nossa flora intestinal.

Além disso, cerca de 90% da serotonina é encontrada no trato gastrointestinal.

Esse neurotransmissor atua em diversas funções do corpo, como o movimento do intestino ao empurrar o bolo alimentar.

Outro ponto importante é que a serotonina também está associada a vários transtornos psiquiátricos, sendo que a concentração dela é reduzida pelo estresse.

Mudanças na Flora intestinal podem repercutir na cabeça: entenda

Mencionamos no item anterior um pouco sobre a relação do nosso segundo cérebro com a ansiedade, depressão e outros transtornos, que são fatores que causam desequilíbrio da flora intestinal.

Um estudo feito por um grupo de cientistas irlandeses realizou alguns experimentos envolvendo ratos, criando-os para não possuírem bactérias intestinais e comparando-os aos de animais com uma flora diversa.

O que observaram foi que os ratos sem bactérias intestinais desenvolveram características conhecidas do autismo.

Contudo, é importante lembrar que esses e outros estudos são muito recentes e ainda carecem de mais provas em humanos.

Equilíbrio

Diante da importância da flora intestinal, é necessário pensar que o equilíbrio dela pode promover o equilíbrio da nossa microbiota.

Ou seja, a alimentação é uma das principais responsáveis pelo equilíbrio dessa região. Com isso, alimentos ricos em probióticos como alguns iogurtes podem ajudar e muito.

Desequilíbrio

Entretanto, uma má alimentação junto a outros fatores, pode promover justamente o desequilíbrio da flora intestinal do nosso segundo cérebro.

Porém, já é conhecido que dietas ricas em gordura contribuem para o desenvolvimento de bactérias ruins em detrimento das boas.

Alguns passos para manter a saúde do segundo cérebro

Mesmo diante da importância do sistema digestivo, é importante lembrar que outros fatores também interferem na saúde, como a genética.

No intestino, por exemplo, esse fator é fundamental para o diagnóstico de câncer de cólon e reto.

Doenças que afetam diretamente o intestino

Além do câncer colorretal, outras doenças inflamatórias intestinais também afetam nossa flora e é preciso tomar cuidado.

Doença de Crohn e retocolite ulcerativa aumentam o risco de desenvolver câncer intestinal, pois há quadro de inflamações constantes.

Assim, é imprescindível manter exames regulares e observar como anda o seu sistema intestinal, a fim de prevenir essas doenças.

Cuida da sua dieta

Já é conhecido que dietas alimentares ricas em carne vermelha, alimentos processados e industrializados não são saudáveis e prejudicam a flora intestinal.

Por conta disso, é necessário ter controle sobre o que você ingere, diminuindo as chances de desenvolver câncer.

Consuma fontes de fibras

Certos alimentos são ótimos aliados no combate e prevenção dessas doenças e ajudam no equilíbrio do nosso segundo cérebro.

Inclua na sua dieta frutas, verduras e legumes que aumentam a quantidade de bactérias intestinais e melhoram a sua microbiota.

Fazendo isso, o corpo consegue funcionar melhor e eliminar os metabólitos tóxicos gerados pela ingestão de alimentos nocivos.

Assim, com uma flora saudável e diversa, essas substâncias passam menos tempo na mucosa intestinal.

Tenha controle sobre o seu peso

O excesso de peso e o acúmulo de gordura podem ser fatores de risco à sua saúde, promovendo o desequilíbrio do seu metabolismo.

Além disso, o descuido com o peso pode desequilibrar os níveis de glicose e insulina. Por isso, manter exercícios regulares também é uma tarefa fundamental.

Pratique exercícios físicos

Invista em uma regularidade das atividades físicas que estimulam a movimentação intestinal e contribuem, também, para a redução do estresse e do peso.

Esses são fatores que aumentam o risco de desenvolver câncer e causam diversos desequilíbrios na flora intestinal do segundo cérebro.

Tenha moderação no consumo de drogas

Mesmo que o álcool não esteja diretamente relacionado à incidência de câncer, em quantidades exageradas existe o aumento desse risco.

Contudo, em quantidades menores, o consumo de álcool pode até gerar benefícios para a saúde.

Outro ponto importante é que já existem estudos o suficiente que apontam o cigarro como um fator de risco no desenvolvimento de câncer, principalmente intestinal.

Isso porque as toxinas do cigarro dão estímulo às mutações genéticas do nosso organismo, ainda mais se falamos do nosso segundo cérebro.

Procure sempre o acompanhamento médico

Já existem inúmeros exames que identificam previamente diversas doenças, inclusive o câncer intestinal.

Por meio da colonoscopia, por exemplo, é possível identificar o desenvolvimento de tecidos benignos mas com potencial cancerígeno e retirá-los na hora.

Além disso, a regularidade dos exames, mesmo na velhice, ajuda a promover o bem estar e os cuidados com a saúde, evitando problemas assintomáticos que só aparecem em estágio avançado.

Hidrocolonterapia como alternativa para corpo e mente saudáveis

Nesse sentido, uma técnica bastante simples pode se tornar uma grande amiga na melhoria da saúde intestinal.

A hidrocolonterapia é uma forma simples e de limpeza natural do intestino grosso, sendo uma técnica realizada por meio de água morna, filtrada e purificada.

Com ela é possível amolecer as fezes, toxinas da mucosa intestinal e placas de muco, eliminando-as e evitando o desequilíbrio hormonal e prevenindo doenças.

Ela também ajuda no processo de reduzir a toxicidade dos pacientes e fortalecer o sistema imunológico, promovendo a melhora do nosso segundo cérebro.

Se você quiser conhecer mais sobre conteúdos como esse, no nosso blog você encontra muitas atualizações sobre a saúde. E para conhecer mais sobre a ozonioterapia e dicas de saúde em geral acesse o Dr. Ozônio³.

Entenda os benefícios da Acupuntura para sua saúde e bem estar

Diversas práticas integrativas complementares (PICs) têm auxiliado no tratamento de vários problemas físicos e mentais. Por esse motivo, trouxemos os benefícios da acupuntura para a sua saúde e bem estar.

A terapia milenar da medicina tradicional chinesa tem despertado a atenção de muitas pessoas, principalmente com a pandemia global de coronavírus, que afetou o equilíbrio corporal e mental do mundo todo.

Os benefícios da Acupuntura são alcançados por alguns princípios

A acupuntura consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo humano. O objetivo dessa técnica é facilitar a circulação de energia, entendida como parte do importante do corpo.

Com isso se propõe a melhorar a imunidade e auxiliar também no tratamento de problemas emocionais à medida que permite a liberação do fluxo de energia acumulada em inúmeras regiões, chamadas de meridianos.

Sendo assim, os benefícios da acupuntura têm como objetivo restabelecer o equilíbrio do corpo ao promover efeitos analgésicos e a desinflamação de áreas do corpo afetadas pelo acúmulo de energia, que geram dor e uma série de outros sintomas.

Para os chineses, nosso corpo possui uma energia vital chamada de Qi. Com o desequilíbrio dela surgem manifestações no corpo e mente que impedem que o Qi flua através dos canais meridianos.

Como é aplicada esta técnica?

As técnicas de acupuntura são realizadas geralmente com a aplicação de agulhas com comprimentos e espessuras variadas, colocadas nos locais em que se deseja restabelecer o fluxo energético.

Segundo a filosofia chinesa, a aplicação deve respeitar a Teoria dos 5 Movimentos, que relaciona os elementos água, fogo, terra, madeira e metal com órgãos do corpo humano. Essa classificação é a seguinte:

  • Água: corresponde aos rins;
  • Fogo: relacionado ao coração;
  • Terra: é correspondido pelo baço e pâncreas;
  • Madeira: relacionado ao fígado;
  • Metal: corresponde aos pulmões.

A partir dessa definição, o profissional que fará a aplicação irá seguir o mapa dos canais de fluxo da energia respeitando os cinco movimentos, aplicando as agulhas e liberando a passagem do Qi de acordo com o que precisa ser tratado.

Quais são os tipos de acupuntura?

Existem diversas técnicas de acupuntura para diversos tipos de tratamentos. No Brasil, os tipos mais populares são:

Clássica

Esse é o tipo mais tradicional, chamada também de sistêmica. Com ela são aplicadas agulhas finas em diferentes profundidades da pele. Essa técnica tem como função estimular algumas regiões do corpo e liberar o fluxo de energia.

Auricular

Também é conhecida como auriculoterapia e é utilizada com a aplicação de cristais, micro agulhas ou sementes de mostarda em pontos específicos da orelha. É o tipo mais comum para tratar dores nas costas.

Estética

Este é o tipo de técnica utilizada para fins estéticos.

Foca principalmente na aplicação de agulhas na cabeça, rosto e pescoço, estimulando a produção de colágeno e auxiliando no crescimento das células de sustentação, capazes de combater rugas e gorduras localizadas.

Eletroacupuntura

Outra técnica conhecida é a eletroacupuntura, que acopla agulhas finas em eletrodos que emitem pequenos impulsos elétricos no corpo. Geralmente é utilizada para o alívio de dores crônicas e problemas na coluna.

Quem pode fazer?

É possível alcançar os benefícios da acupuntura em todas as idades, mesmo na gravidez e na velhice, tendo restrições apenas a pessoas com problemas de coagulação do sangue e pacientes com doenças crônicas em estágios avançados.

Na consulta médica será entendido por meio de questionamentos sobre os hábitos pessoais e os sintomas físicos e psicológicos o plano de tratamento que deve ser realizado.

Portanto, é imprescindível o acompanhamento médico para que seja estabelecido o tratamento mais adequado de acordo com as suas necessidades.

Quais os riscos?

Um dos benefícios da acupuntura se dá porque são técnicas muito seguras e que normalmente não apresentam riscos ou efeitos colaterais. Contudo, só deve ser realizada por profissionais qualificados e que seguem as normas da Anvisa.

As agulhas são descartáveis para que não haja risco de contaminação do sangue e outras doenças. Além disso, pessoas que utilizam medicamentos que afinam o sangue precisam consultar um médico antes de realizar a aplicação.

Outro ponto importante é que pacientes que apresentam intensas dores, sangramentos e inchaços nos locais de aplicação devem ser avaliados por um clínico geral para que seja indicado um tratamento mais preciso.

Em quanto tempo os resultados podem ser percebidos?

Geralmente no tratamento de doenças agudas os benefícios da acupuntura são percebidos na hora, podendo ter durações variáveis. Ou seja, tudo irá depender dos sintomas e do diagnóstico médico.

Lembrando que, no caso de doenças crônicas, o foco é aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Geralmente os pacientes com essa realidade ressaltam que os resultados são alcançados depois de um ano.

7 Benefícios da Acupuntura para sua saúde

Existem inúmeros benefícios da acupuntura, mas listamos sete deles que são muito comuns no tratamento com essas técnicas. São eles:

Metabolismo, problemas do sistema digestivo e emagrecimento

Segundo a medicina chinesa, o excesso de peso é causado por desequilíbrios dos níveis hormonais, de órgãos e glândulas que controlam a fome e a saciedade e pela glicose liberada no sangue.

Com a restauração do equilíbrio por meio da acupuntura em pontos específicos relacionados ao elemento terra (baço) e madeira (fígado), é possível ajudar no metabolismo. Já em relação a glicose, o estímulo se dá no pâncreas, também do elemento terra.

Além de auxiliar no controle dos hormônios com a estimulação da tireóide, ajuda no emagrecimento tratando os rins e o sistema de excreção, melhorando a eliminação de líquidos e toxinas.

Outro ponto importante é que os benefícios da acupuntura também contribuem para o alívio dos problemas digestivos, vômitos e náuseas, muito comum em pacientes grávidas e pessoas com diferentes tipos de câncer, como efeito colateral da quimioterapia.

Ansiedade, estresse e depressão

Como mencionamos no início do artigo, os benefícios da acupuntura não se estendem apenas ao corpo, mas à mente também. É possível tratar os pontos que impactam na produção de hormônios que promovem o bem estar.

Diversos estudos apontam o auxílio dessas técnicas na produção e liberação de serotonina e endorfina, que respectivamente estão relacionados à felicidade e ao relaxamento.

Além desses hormônios, temos também o cortisol, que com o auxílio dos estímulos diminuem sua atividade no organismo, reduzindo o estresse, ansiedade, depressão e obesidade, auxiliando também na redução dos riscos de doenças cardíacas.

Insônia

Este é um dos benefícios da acupuntura muito procurados. O estímulo de alguns pontos auxiliam na regulação da produção e liberação da melatonina, hormônio responsável pelo sono.

Lembrando também que o alívio da ansiedade e estresse também auxiliam na melhora da qualidade do sono até mesmo para pacientes que sofrem de problemas crônicos para dormir.

Dores nas costas e joelhos

Um problema muito comum são as dores nas costas e articulações, que vão se estendendo ao longo de toda a vida, principalmente na região lombar.

Com as técnicas estimulantes, os benefícios da acupuntura podem auxiliar na redução do nível de dor e desconfortos causados pela má circulação de energia nessas regiões. Além disso, é possível, inclusive, reduzir a dosagem de medicamentos e efeitos colaterais.

Qualidade de vida de pacientes com câncer

Alguns outros benefícios da acupuntura são reconhecidos no tratamento de pessoas com diversos tipos de câncer. A acupuntura alivia os sintomas como náuseas, vômitos e quadros de prisão de ventre ou diarreia.

Além disso, há também melhora nos sintomas de suor noturno e boca seca, também associados aos efeitos colaterais da quimioterapia. O alívio da ansiedade, insônia e depressão também ajudam na qualidade de vida do paciente.

Gravidez e sintomas da TPM

Na gravidez, como há alterações tanto internas quanto externas, os benefícios da acupuntura podem ser percebidos com os estímulos em pontos que ajudam a reduzir as variações hormonais e dores nas costas causadas pelo peso da barriga.

E para mulheres que sofrem com os sintomas da TPM como dores de cabeça, cólicas, alterações de humor e outras questões do período pré-menstrual, a acupuntura também pode ajudar no alívio deles.

É possível restabelecer o equilíbrio de sistemas como o endócrino e o nervoso, podendo prevenir os sintomas da TPM se aplicadas as técnicas antes do início do período.

Enxaqueca e dores de cabeça crônicas

De dores moderadas até as dores que nos impedem ou prejudicam a realização de atividades básicas ou mesmo profissionais, a acupuntura pode auxiliar no alívio dessas dores e crises.

Isso porque alguns dos benefícios da acupuntura são os efeitos analgésicos e que previnem a inflamação, promovendo o relaxamento muscular e aliviando e as tensões que geram as dores de cabeça.

Acompanhamento médico é essencial

Como você pôde perceber, existem inúmeros benefícios da acupuntura que auxiliam no tratamento de diversas doenças e promovem uma maior qualidade de vida.

Contudo, é importante manter hábitos saudáveis que incluem uma boa alimentação, a prática de exercícios físicos e o acompanhamento médico regular.

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